Destruindo o mito do "jeitinho brasileiro"

   

Biblioteca Nacionalista

 

Published on May 21, 2019

“Ui, o Jessé é petista! Ui, o Jessé é fã do Lula!”. Seja um pouco prático e coloque alguma coisa nessa sua cabeça oca... Este vídeo é em defesa do Brasil que, desde 1936, quando do lançamento de ‘Raízes do Brasil’, de Sérgio Buarque de Holanda, foi dominado pelo conceito de ‘homem cordial’, que serviu para legitimar academicamente o pensamento oligárquico das elites liberais, entreguistas e escravocratas deste país, cuja ‘evolução’ passou pelo ‘patrimonialismo’ de Raymundo Faoro, pelo ‘jeitinho brasileiro’ de Roberto DaMatta e pelo pensamento de FHC e sua trupe.

‘Raízes do Brasil’, de Sérgio Buarque de Holanda, serviu de base para a fundação do PSDB. Além disso, o próprio Sérgio Buarque foi fundador do PT. 'Intelectuais' da USP (universidade criada para difundir as ideias liberais) passaram a difundir o conceito de ‘populismo’, que passou a ser aplicado para todos os governos que burlassem as ambições da elite e lutassem pelos direitos do povo, como o Governo Vargas. Jessé Souza foi o primeiro a fazer uma crítica contundente a respeito disso.

Tais conceitos citados nos parágrafos acima formaram uma teoria, enraizada na cabeça de praticamente todos os brasileiros, de que somos uma sociedade que trouxe ‘geneticamente’ de Portugal o ‘patrimonialismo’. Que ao contrário dos norte-americanos que são ‘espírito’, nós somos ‘corpo’. Que apenas nós (e eles nunca): confundimos o público com o privado, privilegiamos amigos e somos corruptos. Uma teoria liberal que legitima as privatizações e a destruição do Estado.

Para eles, o Estado SEMPRE é corrupto e os grandes oligopólios NUNCA. Acham que pagamento de absurdos juros e rolagem de dívida pública (atualmente de R$ 2,9 bi/dia), remuneração de sobre de caixa de bancos feita pelo Banco Central (R$ 1 trilhão), taxa Selic de 45% (era FHC), sonegações de impostos bilionárias, isenção fiscal para megaempresas oligopolistas, subfaturamento de importações, superfaturamento de exportações etc, não são corrupção. Por isso, NUNCA espere de um (NEO)LIBERAL a Auditoria da Dívida Pública. Eles colocam somente o ROUBO DE GALINHAS (que também é errado e deve ser combatido) como sendo corrupção, mas escondem o ROUBO DE TRILHÕES DE REAIS.

Palavras-chave: Sérgio Buarque de Holanda, Raymundo Faoro, Roberto DaMatta, USP, FHC, Homem Cordial, Patrimonialismo, Jeitinho Brasileiro, Populismo, Corrupção, Elites, Oligopólios, Dívida Pública, Sonegações, Perdão de Dívidas, Transferência de Capitais, Remuneração de sobra de caixa de bancos.

#JesséSouza #JeitinhoÉoCaralho

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