Wappenbund Licht Ist Leben IV2

   

Arius Roman

 

Published on Feb 25, 2019

Paganismo nórdico-germânico.
[(...) As considerações de Jung sobre Hitler
Carl Gustav Jung teve, por certo, dentro de sua área de atuação, uma interpretação dos tipos psicológicos humanos deveras mais interessante e aceitável que a sexualidade em Freud ou a inferioridade em Adler. Em questão dos sonhos, por exemplo, ou mesmo de nossas ações, conscientes ou inconscientes, o suíço passou a compreendê-las enquanto conseqüências de uma força arquetípica, ancestral, pois o homem não tem senão de milhões de anos.
Jung identificou em Hitler uma espécie de “megafone que amplia os murmúrios inaudíveis da alma alemã”, tendo sido o primeiro homem a traduzir os sentimentos e os pensamentos dos alemães. Seu poder era de ordem inconsciente, mágica, sendo um líder consagrado, que não agia de acordo com a própria vontade.

“Assim, sendo o inconsciente o receptáculo da alma de 78 milhões de alemães, Hitler é poderoso e, com sua percepção inconsciente do verdadeiro equilíbrio das forças políticas no interior e no mundo, tem conseguido até agora ser infalível”.

Mesmo quando perguntado sobre um possível casamento de Hitler, Jung foi claro: acreditava que Hitler não poderia se casar, pois, se assim o fizesse, deixaria de ser o líder de toda uma nação, pois “a verdadeira paixão de Hitler é a Alemanha”.

Três anos após o término da Segunda Guerra, Jung, em seu artigo “Sobre a situação atual da Psicoterapia”, causou escândalos ao afirmar que o “inconsciente ariano tem um potencial mais elevado que o do judaico”. Os judeus, a ser ver, seriam “uma raça de 3 mil anos”, e que,

“Como relativamente nômade, nunca produziu, e presumivelmente nunca produzirá uma cultura própria, uma vez que todos os seus instintos e talentos requerem um novo anfitrião mais ou menos civilizado para o seu desenvolvimento”.

Com isso, Jung identificava o caráter internacionalista do judaísmo. Conhecida, neste sentido, é a colocação do escritor judeu Bernard Lazare, o qual afirmou que justamente por esse caráter internacionalista é que, por fim, o judeu viria a ser alvo de hostilidades no seio dos povos onde reside:

“Se a hostilidade e aversão contra o judeu tivessem acontecido num único país e numa determinada época, seria fácil determinar as razões desta raiva. Mas ao contrário, essa raça é desde muito o alvo do ódio de todos os povos, no seio dos quais ela viveu. Como os inimigos dos judeus pertenceram às mais diversas raças, as quais habitavam regiões distantes entre si, tinham diferentes leis, dominadas por valores antagônicos, nem tinham os mesmos costumes, nem os mesmos hábitos e possuídos de espíritos distintos, então a origem comum do Antissemitismo deve recair mesmo sobre Israel, e não naqueles que o combateram.”

Para se esquivar das acusações de antissemitismo, Jung se defendeu, argumentando que suas afirmações eram simplesmente “uma avaliação de certas diferenças psicológicas fundamentais”.

Jung também identificou Javé, o deus dos judeus, como alguém que “concorda em torturar” e que se permite “ser persuadido pelo diabo”. E observa que na literatura rabínica, não exista qualquer reflexão crítica para com sua conduta. Assim observou o doutor, em uma entrevista para Mircea Eliade, em 1952.

O escritor chileno Miguel Serrano, estudioso das questões esotéricas do Nacional Socialismo, narrou
em seu livro “O círculo hermético” (disponível em português) os seus encontros com
Carl Gustav Jung e Hermann Hesse

Cinco anos depois, em um diálogo com Richard Evans, Professor de Psicologia da Universidade de Houston, ressaltou que Hitler não foi simplesmente um pai em escala nacional, e sim “um herói no mito alemão”, “um salvador, aquele que estava destinado a trazer a redenção”.(...)]